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Lago Koroneia, na Grécia, encolhe para menos de um décimo

A superfície caiu de 34,4 km² em 2016 para 2,7 após uma década de menos chuva, mais evaporação e retirada para irrigação. O declínio combina clima e gestão hídrica, apesar de condenação europeia em 2013.

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O lago Koroneia, no norte da Grécia, virou lagoas turvas e lama rachada. Satélites mostram queda de 34,4 km² em 2016 para 2,7 em 2026, menos de um décimo. Já foi o quinto maior lago grego, área protegida e refúgio de aves.

O declínio veio após a estação úmida de 2015-2016. A chuva média dos últimos cinco anos foi 400 mm, 150 menos que em décadas anteriores. O calor acrescentou 100–150 mm de evaporação anual, reduzindo entradas e secando nascentes.

O clima não é a única causa. Agricultores retiram água para lavouras e gado, aprofundando o déficit. O clima eleva a pressão, e volume, legalidade e eficiência das retiradas definem o colapso local.

Em 2013, tribunal da UE concluiu que a Grécia falhou contra irrigação excessiva, poços ilegais e poluição. Autoridades citam mais controle, mas fiscalização formal não é recuperação. Faltam dados públicos de poços, fluxos e sanções.

A perda afeta aves, peixes, plantas, turismo, pesca e comunidades. Lagoas isoladas aquecem, perdem oxigênio e concentram poluentes. Mancha molhada não é lago funcional; profundidade, qualidade e conexão importam.

Respostas incluem limites, fechar poços, irrigação eficiente, cultivos adaptados, restauração e apoio aos agricultores. Regras sem alternativas rurais podem aumentar descumprimento.

Koroneia simboliza crise hídrica europeia de calor, chuva errática e demanda. A recuperação levará estações. Sucesso é balanço estável, retiradas compatíveis, qualidade e funções recuperadas.